Category Archives: Contos
- 30 June, 2010
- Fotógrafo Amador
Meu nome é Fabio e eu sou administrador de empresas, tenho um bom emprego, e sou também fotografo amador. Gosto de fotografia desde muito jovem. Aprendi a revelar meus filmes(quando só existia filmes), e acho que por um talento natural, consigo tirara belas fotos. Com o tempo fui sendo convidado para fotografar festinhas de aniversário e outros eventos sociais pequenos. Nada importante, mas eu gostava daquilo. Com a desculpa de fotografar as garotas, eu sempre conseguia um ou outro numero de telefone e isso me rendeu alguns encontros memoráveis. Eu aprendi a usar a fotografia para seduzir. Na primeira vez que isso aconteceu, foi meio que sem planejar. Tinha uma garota numa festa, que toda vez que a fotografava, ela sorria e procurava fazer poses sensuais. Eu comecei a dar uma atenção especial a ela. Tirei dezenas de fotos dela e no final da festa já estávamos bem à vontade um com o outro, então eu lhe disse que ela era muito bonita e fotogênica e que as suas fotos iam ficar prontas no dia seguinte. Mas disse também que eu gostaria de tirar mais fotos dela com aquele vestido de festa que estava muito bonito. Eu a convidei para ir comigo até meu apartamento, onde eu tinha um pequeno estudio, com iluminação apropriada, e poderia colocar a maquinas nos tripés e fazer fotos de melhor qualidade. Ela foi. Tirei várias fotos dela com o vestido de festa, e depois sugeri fotos mais sensuais porque sem duvida ela era muito bonita e as fotos ficariam ótimas. Ela acabou concordando em baixar as alças do vestido para as fotos. Depois concordou em deixar eu fotografar seus seios. O vestido foi baixado até a cintura. Tirei boas fotos. Depois eu queria uma foto(só uma) dela só de calcinha.
-NÂO! É claro que não!
Logo depois eu a fotografava só de calcinha.
- Essa agora vai ser sem nada ta?
Nesse ponto ela já não relutava tanto e acabou tirando a calcinha. Depois de muitas fotos, eu estava de pau tremendamente duro e deixando aparecer totalmente para ela. Coloquei a câmera no automático e me sentei ao seu lado no sofá. Fizemos algumas poses sensuais. Depois disso não nos importamos mais com a câmera. As fotos iam sair ótimas. Fiquei no sofá ao seu lado e fui ajeitando seus cabelos, tocando levemente os seus seios, depois comecei a desabotoar minha camisa. Ela abriu minha calça, e tirou meu pau para fora e beijou a cabeça dele. Beijou varias vezes e comentou:
- 14 August, 2009
- Eu e o porteiro!
Oi sou a Kátya tenho com 18 anos, tenho um corpo definido, pois faço faculdade de EF e malho muito muito mesmo, seios grandes, coxas grossas e bumbum bem empinadinho como todos homens adoram. Ano passado estava no 3 ano do ensino médio e um dia cheguei e encontrei meu pai conversando com um homem. Papai me apresentou.
– Kátya esse é Alfredo meu amigo que a partir de amanhã é o novo porteiro do prédio…
Estendi a mão trocamos algumas palavras e fui para meu quarto… Mais tarde enquanto jantávamos papai comentou que Alfredo era seu amigo de infância e fazia um tempo que não o via e agora ele viera lhe procurar estava passando por uma situação financeira muito difícil era viúvo e papai como era sindico do prédio resolveu ajudar o amigo… Alfredo, estava com 48 anos um coroa muito bem conservado aparentava uns 30 anos cabelos um pouco grisalho. Ele ficava na portaria do prédio e iria morar no apartamento destinado ao porteiro… Sempre muito gentil ficava na portaria recebendo e distribuindo as cartas dos moradores muito gente fina ele ajudava a levar as compras e coisas do género… com o tempo passei a simpatizar como o seu Alfredo como o chamava… quando chegava da escola ficava no balcão da portaria conversando com ele… e à noite sempre levava um prato de comida que mamãe preparava… uma noite me aproximei do balcão trazia o prato e ele estava distraído, a TV ligada subi o tapume e ele ainda não havia percebido, quando me aproximei o peguei olhando uma revista de mulher pelada ao mesmo tempo que ele passava a mão no pau por cima da calça… quando me viu arregalou os olhos e fechou rápido a revista colocando em baixo do jornal. Eu sorri e coloquei o prato de comida… Ele pegou agradeceu e depois todo constrangido me segurou a mão pedindo desculpas e q não falasse pra ninguém…
Não sei bem o que me deu na hora, pena, uma repentina atracção, eu entrelacei meus dedos com os dele e com a outra mão passei no seu rosto em uma carícia suave e depois dei um beijinho no rosto e falei que não contaria nada. Ele correspondeu ao sorriso e me deu uma olhada de cima a baixo que me arrepiou.

- 3 August, 2009
- Encarregada de Obras
É um conto grande mas que vale muito o esforço de o ler!
Este é um conto de adaptação. Baseado em fatos reais. Uma vez, em uma Capital Ferederal distante, muito distante… Meu nome fictício é Carla. Vou contar uma aventura que se passou comigo. Meu namorado é engenheiro civil e supervisiona a construção de edifícios em Brasília. Nos damos muito bem e sempre conversamos sobre nossas fantasias sexuais. Uma vez havia lhe dito que tinha enorme vontade de transar em um dos prédios em construção. Gostaria muito de fazer amor, ser penetrada e gozar olhando todo mundo lá embaixo trabalhando.
Tinha de ser um prédio alto, pois gostaria muito de olhar a paisagem enquanto Ricardo fazia o serviço em mim. Ele sempre inventava uma desculpa para que isso não acontecesse, achava que era loucura demais. Entretanto depois de insistir muito e ameaçar fazer uma greve de sexo, ele acabou concordando. Havia um prédio que estava entrando na fase de acabamento. Ele me levou até lá. Era mais ou menos logo após o almoço. Eu estava excitadíssima só de pensar como seria aquela transa: num prédio, cheio de homens trabalhando… ai que loucura. Minha xaninha já estava molhadinha com uma leve palpitação. Senti os meus lábios vaginais ficarem intumescidos.
- 10 July, 2009
- Fiz sexo com os irmãos do meu marido
O meu nome é Sidney e vou-vos contar o que me aconteceu à 1 ano. Eu tinha 23 anos e já era casada com um homem fantástico, chama-se Ian. Nessa altura estava a passar por um período do casamento não muito bom. Eu vivia com ele e com os seus dois irmãos e as suas duas irmãs, todos tínhamos, praticamente, a mesma idade.
Nós estávamos sempre a discutir por tudo e por nada qualquer coisa servia como pretexto para uma nova discussão, um dia ele tinha ficado até mais tarde no trabalho nem uma mensagem enviou para explicar por isso liguei-lhe ele explicou que tinha muito trabalho para fazer por isso ia ficar até mais tarde no escritório eu irritei-me pois era o nosso aniversário de casamento e desliguei-lhe o telemóvel na cara. Pensava que estava sozinha em casa quando alguém bateu à porta, era Em a perguntar o que se passava, quando viu que eu estava a chorar veio ter comigo e abraçou-me.Em: Ele fê-lo outra vez não foi?
Eu acenei com a cabeça e agarrei-me a ele, ficámos assim algum tempo ate que ele me afastou segurando-me pelos ombros e limpou as lágrimas da minha cara.
Em: Queres ir ver um filme?
Sid: OK. Pode ser aqui? Não me apetece andar pela casa agora.
Em: Está bem. Vou buscar o filme e algo para comer-mos já volto.
Sid: OK. Aproveita e veste já o pijama, ainda acabamos por adormecer.
Em: Boa ideia, aproveita e veste o teu também.
- 27 May, 2009
- Conto – Aventura nas alturas
Quando viajei pra Europa em dezembro, peguei um vôo pra Madrid com escala em Buenos Aires (era mais barato assim). Pois na volta, meu “companheiro” de poltrona (ou o cara que sentou na cadeira do corredor, enquanto eu ocupava a janela, ficando o meio vago) era um escocês alto, grande, charmoso, com um sotaque lindo (adoro inglês britânico, e quanto mais nortista, melhor!). Ele era bombeiro e estava indo à Argentina para escalar o Aconcágua. Nosso vôo chegava meia noite em Buenos Aires, e o vôo dele (pra não sei onde perto da montanha) saía as 4, e o meu pro Brasil, as 6 da manhã.
Enfim, como éramos companheiros de poltrona, viemos conversando e tal. Lá pelas tantas rolou um clima e começamos a nos beijar, dentro do avião ainda. Fomos ficando, enroscados nas poltronas, nos beijando, rindo e conversando. Quando pousamos, saímos pra área do aeroporto de traslado, só que ele tinha de fazer a imigração de entrada pro outro vôo, enquanto que pra mim isso não era necessário, já que era só uma escala.
- 27 April, 2009
- Conto – A Recepcionista
Sou a Matilde, uma jovem de 26 anos com cabelos castanhos, uma pele morena, os olhos grandes e lábios carnudos. Tenho um corpo bastante favorecido com uns peitos salientes.
Trabalho num Hotel de quatro estrelas como recepcionista. Foi onde tudo começou… Numa noite de trabalho estava sozinha na recepção a fazer o turno da noite, quando recebo uma chamada de um hóspede que estava hospedado no quarto 443, queixava-se do barulho do quarto ao lado. Com o sucedido, dirijo-me para o 4º piso e bato à porta do quarto 442, quando um homem com cerca de 30 anos me abre a porta, estava todo nu, apenas com uma toalha na cintura era bastante atraente. Avisei do barulhoque estava a fazer, um bocado embasbacada, ele olha-me de cima a baixo e me puxa para dentro do quarto. Vejo uma mulher tesuda a masturbar-se em cima da cama. Sem saber o que fazer, vou para porta, quando ele se aproxima de mim começa a beijar-me o pescoço, passando as mãos pelo meu peito e beija-me loucamente, empurra-me para cima da cama quando a mulher se junta a nós e começa a roçar em mim, a agarra-me com as unhas pelas costas e vai-me despindo muito cuidadosamente ao mesmo tempo que me explora o corpo com a sua língua. Eu estava assustada com tudo aquilo, mas a gostar do momento.















